Autor: Ivana Almeida da Silva (Pontifícia Universidade Católica do RS) Resumo: Este artigo busca refletir sobre a representação do imaginário da loucura pelo cinema na contemporaneidade, a partir do entendimento da tragédia como narrativa que explora, entre outros aspectos, a questão da mimesis: um processo que trabalha o "impossível verossímil" para dar existência a um ser- no caso o ser de ficção. O psiquismo do cinema, como coloca Morin (1956), não é apenas a percepção do real, mas a percepção de um imaginário. Nosso estudo, desse modo, busca a abordagem do rosto da loucura e sua relação com o fan tasma, tendo como objeto de análise o filme Cisne Negro, de Darren Aronofsky, 2010.
O Filme Cisne Negro Mostra uma realidade Fictícia, os personagens tem um realidade paralela a real. Nina que e personagem principal se encontra com o seu lado obscuro ao longo do filme, este lado Representa o inconsciente, que simboliza a quebra dos padrões sociais. Movimentos que questionavam o sonho no passado, foi o que impulsionou de certa forma, a descoberta do inconsciente. As referencias para esta descoberta foram os Movimentos culturais (Romantismo, simbolismo, Surrealismo), que entravam em choque com a logica.
O rosto no filme expressa loucura. O corpo tem como objetivo embelezar um tema repugnante, por meio do bale, a insanidade. Atualmente o corpo e o assusto preferido da sociedade, não só pela estética, porem ele faz parte de quem somos como se fosse nossa face. E esta Face pode ser compreendida como expressão da sociedade atual. No filme Cisne Negro a personagem mostra características Demoníacas, assim como na idade media onde a loucura era vista com forcas do mal que invadem corpos de pessoas, que na época eram tidas como loucas. Para quem assiste ficam imagens de um belo rosto, porem doente, mascarando a real face da loucura. Jessica Moreira dos Santos, Sala 72, Noite
Comentário do professor: O comentário foi mais descritivo do filme, faltou a opinião da aluna...
Fernanda Vernier (Instituto Superior de Ciências Aplicas Isca Faculdades)
Resumo
República é um tipo de moradia compartilhada por estudantes, normalmente do ensino superior, e gerida por eles. A vida nas repúblicas estudantis da região de Limeira é o tema deste estudo. O trabalho enfatiza como vivem os jovens que deixam suas cidades para iniciar uma nova vida - a de universitários. Como ocorre essa mudança, quais os obstáculos e os pontos favoráveis de se viver em uma república são o foco deste trabalho. A proposta é demonstrar como é a vida desses estudantes, o ingresso em uma república, a convivência, a rotina, os estudos, as festas e o relacionamento com os vizinhos. Por meio de uma reportagem radiojornalística, profissionais especializados, estudantes e pais compartilham histórias e contam sobre o universo das repúblicas estudantis e a vida universitária.
Considerações: O texto trata de uma forma simples, sobre universitários que saem de casa para estudar, muitas vezes em outras cidades e vão morar nas chamadas “repúblicas”. República nada mais é do que uma casa ou apartamento na qual as despesas são divididas pelos universitários. Este trabalho relata o convívio com novas pessoas, a reação dos jovens ao deixarem o conforto de suas casas, drogas e vizinhos.
Todo o trabalho foi baseado em pesquisas em algumas cidades selecionadas do interior, com pessoas universitários moradores de repúblicas, ou que tivessem alguma relação com o tema.
EMY SOARES - JORNALISMO - MATUTINO 77D
Comentário do professor: Aluna fez considerações descritivas do trabalho, poderia ter dito também sua opinião sobre a pesquisa.
A Influência do Rádio nos Primórdios dos Seriados de TV Norte-Americanos
Autor:José Eduardo da Costa Pereira Brum (Universidade Federal de Juiz de Fora)
Resumo: Este artigo mostra a relação entre dois meios de comunicação que lidam com as massas e buscam a universalidade. Além disso, apresenta a forma como um contribuiu no desenvolvimento do outro. O rádio e a televisão são os temas desta análise, destacando-se o que este herdou daquele, assim como as diferenças na linguagem e na recepção de acordo com alguns teóricos. Para ajudar na compreensão desta relação, o caso mais emblemático da herança radiofônica na TV é analisado: a série I Love Lucy, de grande sucesso e relevância na década de 1950, que começou no rádio e migrou para a outra mídia.
Considerações: Neste período em que o Rádio e a Televisão começaram evoluir nos seriados norte americanos, através desta herança radiofônica trouxe uma maior flexibilidade para que os meios de comunicação transmitissem uma determinada emoção para os telespectadores daquela época, em que a série começou a ter maior sucesso no ano de 1950. Para que o rádio pudesse sobreviver em meio a este sucesso que foi I Love Lucy em 1950,teria que se adaptar com a velocidade em que o rádio teve que migrar estes conteúdos para outros tipos de mídia. E por fim a Televisão teve seu momento de glória e influência nos seriados norte americanos, por ter conseguido o privilégio através do rádio por ter colocado um jeito novo de pensamento e compreensão nos norte americanos tendo em vista que os meios de comunicação de massa são bons,e para que o sucesso do seriado fosse realmente um sucesso, conseguiram entender que os meios de comunicação podem sim estar conectados com as massas e com os telespectadores.
Henrique Freitas M. Da Cruz, Rádio e TV
Comentário do professor: Mostrou que leu o texto; poderia se referir ao aprendizado após a leitura.
Muda Brasil: o marketing político que levou Tancredo Neves à Presidência Da República
Autor: Oliveira, H. M. G (Universidade Metodista de São Paulo - São Bernardo do Campo)
Resumo: Esta pesquisa analisa a campanha eleitoral de Tancredo Neves à Presidência da República do Brasil realizada de agosto de 1984 a janeiro de 1985, sob a perspectiva do marketing político. A proposta resgata as ações comunicacionais que contribuíram para eleger o candidato das oposições pelo Colégio Eleitoral, mobilizando toda a Nação em uma eleição indireta. Esta pesquisa reforça o papel do marketing político para a vitória de Tancredo Neves, consolidando-o como a esperança nacional, isto é, o construtor da Nova República. A partir da leitura de jornais e revistas que possibilitaram a reconstituição dos episódios da campanha, bem como a busca pelo resgate de diversos materiais de propaganda política, como bottons, slogans, camisetas, outdoor, mais uma parafernália de peças publicitárias e as ações do pool de agências formado em torno da candidatura da Aliança Democrática, esta pesquisa reforça que a campanha de Tan credo Neves se caracterizou como um movimento de grande expressão do marketing político.
Conclusão: Tirando base pelo resumo, podemos concluir que a imagem é tudo, como diz aquela frase clichê porém muito verdadeira ''propaganda é a alma do negócio'', mas tudo depende de como é feito, e da interpretação das pessoas. É necessário saber usar as ferramentas que você tem nas mãos com sabedoria, o que é jogado na midia não tem volta, ela faz sua fama ou sua derrota, que no caso de Tancredo Neves foi excelente. O marketing politico é um pouco mais complicado, atualmente eu acho que a internet é uma ferramenta importante nas eleições.
Camila Matos, sala D72-Noturno.
Comentário do professor: Com base no resumo fez boas observações.
Para a posteridade ou para o esquecimento? Um retrato da atualidade segundo as revistas de celebridades
Autor(es)
SOUZA,A.C.
Resumo
Este trabalho analisa como um fenômeno bastante atual, a avidez por tornar-se famoso, ganhou novos contornos no Brasil com o surgimento das revistas de celebridade, uma nova versão das antigas publicações dedicadas ao rádio e à televisão. Com foco na vida privada de pessoas públicas, as revistas de celebridade se tornaram um fenômeno no mercado editorial brasileiro a partir do lançamento de Caras, em 1993. Nesta nova forma de fazer jornalismo _ sem lead, sem notícia, sem acontecimento marcante, voltado para os fatos da vida cotidiana e seus ritos de passagem, com recursos de produção que alteram a percepção da realidade _ um nicho importante de mercado foi aberto. Atualmente, há seis títulos que, juntos, produzem, semanalmente, cerca de 500 mil exemplares com histórias e personagens não necessariamente destinados a resistir ao tempo e permanecer na memória.
Minhas Considerações
O texto relata a vida das celebridades vivida no seu dia-dia , um foco de noticiário divulgado aos leitores, que nem tudo é novela, filme e seriados.
Mostra também que, sobrevive na mídia quem resistir a memória do tempo, e as inovações como o surgimento da revista “ Caras” em 1993 , trazendo uma nova edição no mercado de trabalho de rádio e TV.
Ficou bem nítido, que expor a vida de um artista como sendo o personagem da sua história , modificou o relato formal do jornalismo.
Na minha opinião bem moderna, deligente e realista , a revista “ Caras” vem se destacando como novo informativo de notícia.
Larissa de Barros Souza - matrícula 72733-9 sala 77
Comentário do professor: Aparentemente a aluna teceu bons comentários sobre o jornalismo de entretenimento.
Titulo do Artigo: Marketing Turístico Autor:Milenna Gomes
Resumo: Assim como a comunicação, o turismo é visto de forma muito abrangente. No Intercom 2011, essas duas áreas se fundiram e deram origem a uma grade de programações. Na sessão 1 do GP Comunicação, turismo e hospitalidade, que aconteceu na tarde deste domingo (4), trabalhos acadêmicos relacionados a esse campo ganharam espaço para serem vistos e discutidos. De acordo com o coordenador da sessão, o antropólogo e professor de mestrado Rafael José dos Santos, da Universidade de Caxias do Sul, a abordagem das pesquisas apresentadas têm duas interfaces. A primeira é a comunicação utilizada para marketing de eventos turísticos. Exemplo disso é a análise de Marilde Sievert, da Fundação Universidade Regional de Blumenau, sobre as estratégias de divulgação do Festival da Cerveja.
A pesquisadora levou aos congressistas presentes um panorama acerca de como os gestores da festa, que acontece em Blumenau, conseguiram consolidar a cidade como um novo ponto turístico e referência em cerveja devido às ações de marketing integradas, com assessoria de imprensa, relações públicas, publicidade e propaganda, etc.
O segundo viés tem a ver com cultura, comunicação e turismo. É o caso do trabalho do mestre Sérgio dos Santos Clemente, da Universidade Paulista. Ele falou sobre as construções do imaginário de Sergipe e dos sergipanos.
Considerações: Muito interessante aprofundar na observação da utilização do marketing por parte das organizações da atualidade. Apesar de muitas organizações ainda não terem adotado uma mentalidade de marketing, observa-se a competitividade encontrada no atual mundo globalizado, que a sua utilização tem sido um grande diferencial para as empresas que buscam o sucesso.
Muitas empresas estão vencendo a competição atraindo seus clientes atuais cada vez mais para seus serviços de extrema qualidade.
O turismo vem se destacando em uma atividade de grande peso na economia mundial, como um dos elementos do novo estilo de vida das sociedades pós-industriais.
Nome: Paula Cristina E. Crema Sala: 77/manhã
Comentário do professor: Fiquei na dúvidfa se a aluna leu um artigo científico ou uma notícia sobre a Intercom...
A bola que canta e encanta: A relação do futebol com a música dá samba
Autor: Prof. Dr. Márcio de Oliveira Guerra (Universidade Federal de Juiz de Fora – MG)
Resumo:
Esse trabalho abre a pesquisa sobre a relação entre futebol e música que estamos iniciando e que será dividida em quatro etapas. A primeira, que trata dos hinos dos clubes de futebol; a segunda, da Seleção Brasileira como “musa” inspiradora dos compositores; a terceira, os jogadores que foram e são tema de composições e, por último, as manifestações e criações das torcidas. O que se pretende é mostrar que esse “casamento” está firmado há muito tempo e que a presença da música no futebol é muito mais intensa do que se imagina. Mas o que há de mais curioso em todas essas histórias, por trás de cada música que fala de futebol? É isso que vamos tentar desvendar.
O texto lido fala sobre a relação entre a música e o futebol. É algo para se pensar, imagine você em um estádio sem aquela emoção da torcida, gritando e cantando para ajudar de uma forma diferente o seu time, dando total apoio e incentivo, iria ser totalmente sem graça. Aprofundando-me no texto, pude ver que essas músicas começaram a ser feitas no século passado, porém era para exaltar o encanto da bola. Até que Pixinguinha, Noel Rosa entre outros são nomes que marcaram a MPB quando tudo começou.
Depois disso surgiram vários jingles sobre os times. Até sobre a Seleção brasileira quando ganhou seu primeiro campeonato sul-americano. O interessante é ver as letras antigas e as de agora, a diferença talvez sejam os palavrões e provocações. Mas com o decorrer da época os ritmos também foram se alternando, como MPB, samba, frases que se tornaram musicas e palavras que antes ofendiam o time, viraram cantos da torcida como, por exemplo: os palmeirenses se sentiam ofendidos ao serem chamados de porcos, e agora assumiram o mascote.
Atualmente, as escolas de samba influenciam o nosso futebol, como a gaviões da fiel, independente, mancha verde, unidos da tijuca que são as “filiais “ dos clubes. Alguns jogadores também foram homenageados por essas músicas, como Zico e Garrincha.
A criatividade das pessoas em criarem jingles, frases e músicas para os seus times não param e não deve parar de crescer, pois assim o futebol fica mais divertido, emocionante e ajuda os nossos jogadores a ganharem novos títulos para seus times. A torcida tem um grande e importante papel nisso: sem torcida não há o glamour dos campeões!
Nathalia Vacario de Souza / Jornalismo / noite.
Comentário do professor: Parabéns! Ótimas observações sobre o texto.
Formadores da identidade hegemônica: notas sobre comunicação e consumo de moda em um grupo social
Autores:
Adriana Figueiredo JUNQUEIRA LEITE
Escola Superior de Propaganda e Marketing, São Paulo,SP
Universidade Nove de Julho, São Paulo, SP
Resumo:
O objetivo desse trabalho é estudar algumas questões que servem de pano de fundo para a relação entre consumo, comunicação e identidade. Para tanto investigaremos algumas representações de consumo de moda de um grupo social ditador de novas tendências e seguido por outros grupos sociais. Pretendemos, ainda, entender a formação da identidade como um processo social continuado, onde os agentes são constituídos e ativos em suas escolhas.
O que eu entendi?
A sociedade não tem liberdade de consumo, ou seja, consome aquilo que imposto a ela. As mídias são as principais ferramentas para que isso venha acontecer, são através delas que o emissor manipula a identidade das pessoas, criando assim, gostos homogênicos. Com a moda não é diferente, o receptor deseja, compra e usa aquilo que o faz sentir incluso a uma sociedade, que é nada mais do que é vendido para ele através das mídias.
Por sua vez, a mídia faz com que a sociedade tenha a eterna necessidade de estar na moda, mas para que isso ocorra, essa ultima precisa manter o consumo e "se atualizar" constantemente. Neste tipo de cultura, o mais importante é construir "aparências" que deem uma falsa ilusão de identidade social. Esse processo pode ser chamado então, de Cultura de Consumo, onde todos indivíduos partilham de uma mesma cultura, dando só a ideia de uma liberdade de escolha.
Rubia Marques
Comentário do professor: Muitas considerações interessantes sobre o texto lido, parabéns!
OBJETIVO: O grande objetivo é fazer com que os alunos se interessem pela palestra, indo assiti-la pela curiosidade e sede de conhecimento, não só para acumular AACC. Por isso decidimos fazer uma divulgação diferênciada, citando o tema de como será apalestra.
DIVULGAÇÃO: A divulgação será algo descontraido assim como a palestra do professor,mostrando que mesmo sendo uma palestra educativa pode muito bem ser algo agradavél e até mesmo engraçado (Brincando de Aprender)
1.Tv Móvel: Com o vídeo chamando os alunos e em seguida apresentando as informações da palestra, hora, local, data. O video não tera audio.
2.Rádio: Será veinculado um spot na radio da própria Universidade.
3.Não usamos o Flyer pela falta de interesse dos alunos na mídia, apesar de grande parte pega-lo são poucos os que leem.